O mercado registou 2.100 milhões de euros de investimento até setembro, mais 11% do que no mesmo período de 2025. Retalho e hotelaria concentraram cerca de 59% do volume total, segundo a WORX.
Na Grande Lisboa, estima-se que 64% (cerca de 2,86 milhões de metros quadrados) do total de stock de escritórios fique obsoleto até ao final da presente década. Opinião de Isabel Simões Correia da Cushman & Wakefield.
O mercado imobiliário português deverá fechar o ano de 2024 em níveis superiores aos de 2023, numa tendência transversal a todos os segmentos, revelam as projecções da JLL.
A empresa entra no território PropTech e acaba de integrar a rede PropTech Lab, uma plataforma que reúne o sector com a missão de acelerar a transformação digital e sustentável da construção e do imobiliário.
Todos os anos, a discussão do Orçamento do Estado cria ondas de choque que afetam os diferentes setores com intensidades variáveis. Para aqueles que trabalham em construção e imobiliário, estas ondas podem ser signicativas e produzir impactos imediatos. Opinião de Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult.
Lemos nas notícias, sentimos isso no dia-a-dia e, mesmo assim, parece difícil de acreditar que, em Portugal, o preço das casas não só se tem mantido como até, nalguns casos, tem tido uma tendência para aumentar, agindo o País em contraciclo em relação a outros mercados internacionais igualmente competitivos. Mas será mesmo assim? Opinião de Francisco Mota Ferreira.
Embora todos os distritos e ilhas portuguesas possuam, pelo menos, uma casa de luxo à venda, encontrar uma moradia ou um apartamento que custe mais de 1 milhão de euros no nosso país revela-se mais fácil em Lisboa e em Faro, revela um estudo do idealista.
O mercado imobiliário português deverá fechar o ano de 2024 em níveis superiores aos de 2023, numa tendência transversal a todos os segmentos, refere a JLL.
Os preços das casas na Europa estão novamente a expandir. 21 dos 30 países registaram novos máximos nos preços. Portugal destacou-se como o 7º mercado em que os preços mais cresceram, diz a Worx.
Em 13 das 20 capitais de distrito portuguesas, arrendar habitação é mais rentável do que arrendar espaços comerciais. As cidades do Porto, Évora, Lisboa e Faro destacam-se como as mais vantajosas para transformar lojas em habitação.